29/10/2011 Carros do Álvaro — Índice de nacionalização, atualmente em 65%, será ampliado.
As fábricas de veículos já instaladas no país serão obrigadas a aumentar o volume de componentes locais na montagem de seus modelos a partir de 2013, afirmou o ministro da Fazenda Guido Mantega, em Brasília. Segundo ele, o índice de nacionalização, atualmente em 65%, será ampliado quando o novo regime tributário para o setor automotivo entrar em vigor no final de 2012.
O programa vai substituir o reajuste do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados trazidos de fora da região do Mercosul e do México. O ministro informou que as fábricas que estão chegando ao país poderão ter prazo mais longo para se adaptar ao percentual exigido. Esse incentivo, no entanto, só valerá quando o novo regime ficar pronto.
“Podemos flexibilizar algumas exigências desde que as montadoras que planejam entrar no país se comprometam a aumentar o índice de nacionalização”, declarou. Ele só não falou como ficarão os acordos comerciais com Argentina, Uruguai e México, que atualmente atendem a um índice comum de conteúdo local.
Para ter direito ao incentivo, os fabricantes que se instalarem no Brasil devem executar a maior parte das etapas de produção no país em vez de apenas trazer peças prontas do exterior para montar aqui. Atualmente, as montadoras têm de cumprir pelo menos seis de 11 fases de produção no Mercosul para fugir do IPI maior.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

As fábricas de veículos já instaladas no país serão obrigadas a aumentar o volume de componentes locais na montagem de seus modelos a partir de 2013, afirmou o ministro da Fazenda Guido Mantega, em Brasília. Segundo ele, o índice de nacionalização, atualmente em 65%, será ampliado quando o novo regime tributário para o setor automotivo entrar em vigor no final de 2012.
O programa vai substituir o reajuste do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados trazidos de fora da região do Mercosul e do México. O ministro informou que as fábricas que estão chegando ao país poderão ter prazo mais longo para se adaptar ao percentual exigido. Esse incentivo, no entanto, só valerá quando o novo regime ficar pronto.
“Podemos flexibilizar algumas exigências desde que as montadoras que planejam entrar no país se comprometam a aumentar o índice de nacionalização”, declarou. Ele só não falou como ficarão os acordos comerciais com Argentina, Uruguai e México, que atualmente atendem a um índice comum de conteúdo local.
Para ter direito ao incentivo, os fabricantes que se instalarem no Brasil devem executar a maior parte das etapas de produção no país em vez de apenas trazer peças prontas do exterior para montar aqui. Atualmente, as montadoras têm de cumprir pelo menos seis de 11 fases de produção no Mercosul para fugir do IPI maior.
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br


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